Você que me lê, me ajuda a nascer.

sexta-feira, dezembro 07, 2012

Eu, Crise.

Queria ter ideias para transformar o que sinto em poesia. Mas não sai. Estou seca. Seca das palavras, cheia de sentimentos. Eu queria, mas não consigo.
O que eu sinto não é só meu e faz bem assim. Eu, que sempre escrevo sobre amar e não ser correspondida, sou invadida por um sentimento que me toma e é dele também. Não é ruim. Deixo as coisas acontecerem.

Mentira.

Não, eu não deixo. Eu quero controlar as coisas, controlar até o que ele sente e seu olhar. Quando me olha, eu sei. Eu sinto, eu entendo tudo com o coração. As palavras não querem dizer mais nada, mas ainda assim, ele me enche com belezas em versos, coisas como deusa do ébano e linda todos os dias. Todos os dias.

Eu quero mais o quê?
Bem, eu quero um bando de coisas. Mas dessa beleza de sentimento, nem preciso pedir mais nada. Tá aí. Acho que até dá pra pegar, se fizer um esforço bobo.


2 comentários:

Azul Rasgado disse...

Poesia muita é aí.

***
Eu acho que tudo isso é um tantão assim de medo. É uma falta de costume, de tudo acontecer dando certo. E dar certo de um jeito totalmente contrário. Causa uma bagunça no ser, mas amor/destino, não faz distinção de gentes.

Migh Danae. disse...

Sua cara nem arde.