Você que me lê, me ajuda a nascer.

sábado, abril 30, 2011

Tempotempotempotempo.

Eu não vou cansar de repetir que eu preciso de tempo pra aprender sobre o tempo.


Um passo
Outro passo 
Paciência


Isso é coisa de Oxóssi. Mas eu tou bem melhor. Passando horas, dias, paciência.

Água para Elefantes.

sexta-feira, abril 29, 2011

White Turns to gray.


Como diz Simona, "uma musiquinha para alegrar (ou acalmar?) os corações..."

Corporeidade Poética: Transcendendo o Corpo Partindo da Ancestralidade Africana


Vivência Lúdica e Cultural no Cedem/Unesp: 12/05/2011
               

Sons. Ritmos. Batuques. Poemas. Versos. Frases. Corpos. Corporeidades. Gestos. Ancestralidades. O contra-saber não é um saber contra, mas sim um saber que se constrói na contra mão daquilo que é considerado como norma. Refletir o poema, o som, o corpo e o gesto dentro da Pedagogia da Ancestralidade, é enxergar novas formas de se construir saberes e conhecimentos diversos. Aos interessados, a roupa, própria para o movimento, será fundamental nesse dia, assim como uma toalha. O conhecimento que visa ser de corpo inteiro é ato de convivência. É revolucionário porque se afirma no encontro poético com a sua e a minha natureza. Venha preparado para doar seu corpo e sua energia.

Palestrante 
Kiusam de Oliveira: Escritora, autora do livro Omo-Oba: Histórias de Princesas (Mazza Edições), recomendado pela FNLIJ/2010 e selecionado pelo PNBE/2010. Arte-educadora, bailarina e coreógrafa. Professora. Doutora em Educação e Mestre em Psicologia pela USP. Pedagoga especialista em Deficiência Mental e Orientação Educacional. Assessora na Secretaria de Cultura de Diadema/SP. Especialista nas temáticas de gênero, raça, identidades negras, corporeidade afrobrasileira, candomblé de ketu e educação. Diretora do Programa de Rádio Povinho de Ketu. Site: www.kiusam.com.br .

Arte-Educadores (as) e Especialistas Convidados (as) 
José Geraldo Neres: Poeta, roteirista, dramaturgo e produtor cultural. Autor dos livros de poesia: Pássaros de Papel (Dulcinéia Catadora, 2007), Outros Silêncios, Prêmio ProAC da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo 2008, (Escrituras Editora, 2009). Seu livro Olhos de Barro recebeu menção especial na 3ª edição do Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura (ficção - 2010). Blog: http://neres-outrossilencios.blogspot.com .

Edleuza Ferreira da Silva: Licenciada em Língua Portuguesa. Doutora em Educação. Monitora do Núcleo da Palavra do Laboratório Experimental de Arte-Educação & Cultura da Faculdade-Lab_Arte de Educação da USP e instrutora da Escola de Formação do Servidor da Prefeitura da Cidade de São Paulo. Especialista em orientação de leitura e redação para disléxicos e pessoas com déficit de atenção e estrangeiros. Revisora. E-mail: edleuzaferreira@terra.com.br .

Radi Oliveira: Pedagoga, arte-educadora, poetiza, produtora cultural, coordenadora de
projetos culturais do Centro Educacional Unificado – CEU Alvarenga. E-mail: radi_oliveira@yahoo.com.br .
             
Percussionistas 
Patrícia Vianna: Arte-educadora graduada em linguagens da arte e pós-graduada em arte-educação. Musicista especialista em percussão brasileira. E-mail: patibatuca@hotmail.com

Ogan Robson: Ogan e percussionista do Grupo Omo-Ilú. Instrutor de capoeira. E-mail: Robson-barreto@ig.com.br .

Mediador 
Oscar D´Ambrósio: Mestre em Artes – UNESP/Campus São Paulo, Crítico de Arte, Escritor, Jornalista e Coordenador de Imprensa/Reitoria da UNESP.


PARTICIPE E CONVIDE OS SEUS AMIGOS!

Inscrições gratuitas c/ Sandra Santos pelo e-mail: ssantos@cedem.unesp.br
Data e horário:  12 de maio de 2011 (quinta-feira) às 18h30
Local: CEDEM-Praça da Sé, 108–7º andar, esquina c/ Rua Benjamin Constant (metrô Sé)
(11) 3105 - 9903 - www.cedem.unesp.br

Paciência.

Há algum tempo, me perguntaram como é ficar sem fazer nada. Eu não soube responder e saí perguntando aos meus amigos e minhas amigas. Só um deles disse que isso era muito fácil. O resto nunca tinha parado para pensar nisso. Nem eu.

Então passei uns dias pensando e tentando nada. Mas nada é difícil porque se você tá pensando no nada, ele não vem. E aí eu começava a pensar, refletir, racionalizar... e já tava fazendo muito! Descobri então que o nada aparece de vez em quando, e, se você deixa, ele toma conta. Eu estou realmente tentada.

quinta-feira, abril 28, 2011

O patuá da Baiana. Hélia, o prazer é nosso!

Liguei para a moça e senti tanto axé que resolvi publicar aqui.
Deliciem-se. E liguem!
Vai ser lá.

Baiana tem restaurante típico em São Paulo mas não divulga endereço.

O patuá do Bixiga (bairro de negros e negras há pouco tempo atrás e que ainda resiste, mesmo que todas as pessoas nessa cidade teimem em acreditar que Bixiga é bairro italiano. Leiam José Correia Leite e Cuti!).

Brinque!

quarta-feira, abril 27, 2011

Parede.

Aqui na rua da escola tem um salão de beleza. Um não, dois. Dois irmãos, uma moça e um moço abriram cada um o salão. Ela, salão de moças. Ele, salão de moços. Dividido por uma parede grossa, poderiam ter aproveitado bem mais o minúsculo espaço se fizessem um salão só, mas me parece um tanto quanto difícil pedir que mulheres e homens convivam juntos no momento em que estão ali, cortando cabelo e fazendo unha.
Será tão difícil assim?
A gente vai pondo parede nas coisas, barreiras, travando tudo. Meninos, meninas. Brincam separado, porque pode "fazer mal".
Será tão difícil assim?

segunda-feira, abril 18, 2011

Logun-Edé – Uma Pequena Yorubópera.



O espetáculo de teatro infanto-juvenil Logun-Edé – Uma Pequena Yorubópera - em cartaz aos sábados às 16 horas, no Teatro Imprensa - conta a história de Logun-Edé, orixá adolescente, uma das únicas divindades adolescentes do panteão africano cultuadas no Brasil.

A interpretação é do grupo Pé de Moleque, formado pelos atores Carol Bezerra, Carlos Alberto Júnior, Clauxs Xavier, Graciela Soares, Jane Fernandes, Leonardo Devitto e Nilcéia Vicente. A orquestra conta com os músicos André Fabiano, Éder Francisco, João Nascimento, Juliana Silva Najú e Renato Isaque

Com um elenco formado por cantores/atores que cantam e contam a história do menino encantado, o espetáculo traz também uma pequena orquestra formada por violão, violoncelo, flauta transversal e percussão, em uma mescla de referências e influências que passeiam entre o erudito e popular. Para o grupo, o espetáculo pode ser denominado de diversas formas, como ópera mestiça, ópera teatral, ou simplesmente Yorubópera.

Originário da nação Yorubá o mito de Logun-Edé representa a transformação, a alternância e a busca de algo novo. Carrega consigo a dualidade, já que é, ao mesmo tempo, espelho de seu pai e de sua mãe, enquanto tenta descobrir e confirmar quem ele é em sua essência. Mesmo que para isso seja preciso romper com os padrões pré-estabelecidos por seus antecessores.

Logun-Edé é filho de dois mundos distintos. Ele reflete em sua figura características de seus pais, enquanto busca sua identidade, transformando os padrões estabelecidos. Do encontro do rio com a mata vem correndo o menino que deseja descobrir sua individualidade, e conhecer o mundo. Para saciar essas vontades, Logun percorre vários caminhos cheios de magia, encantamento e musicalidade.

O Grupo Pé de Moleque apresenta seu novo trabalho, em que, assim como no mito de Logun-Edé, somos levados a vivenciar como é possível a convivência e o entrelaçamento de dois mundos, sejam eles o erudito e o popular, o cantado e o falado, o teatro e a ópera, o africano e o europeu ou, ainda, o adulto e o infantil.

Construído de maneira lúdica, Logun-Edé – Uma Pequena Yorubópera é um convite à quebra de preconceitos e paradigmas. Tem a proposta de levar à discussão sobre as diversidades, sobre como a convivência com o diferente nos faz crescer enquanto indivíduos.

Grupo Pé de Moleque – O Grupo Pé de Moleque vem desde 2007 desenvolvendo um trabalho de resgate e valorização das culturas populares das mais diversas origens. O primeiro espetáculo do grupo, Coisa de Vó, de 2009, era um passeio por mitologias e contos de diversas culturas, como a europeia, a indígena e, em especial, a africana. Conduzidos pela figura de Vó Tônha, os espectadores mergulhavam em mitos e contos que revelavam um pouco da diversificada formação cultural do Brasil.

Agora, com Logun-Edé – Uma pequena Yorubópera, o grupo se aprofunda nas matrizes africanas, e, baseado em uma estrutura originária da Europa, nos apresenta um espetáculo rico em sua simplicidade, com convite inevitável a refletirmos sobre nós mesmos.

Serviço

Local: Teatro Imprensa
Endereço: Rua Jaceguai, 400 - – Bela Vista – São Paulo
Data: Sábados às 16h
Tel: (11) 3241-4203
Preço: De R$ 15 a R$ 30

 
 
 
http://www.clickcultural.com.br/teatro/nota-espetaculo_infantil_investe_na_cultura_africana-15789.html
 

Candomblé de Ketu e Educação: estratégias de empoderamento para a mulher negra.

Aproveitem e leiam junto comigo aqui. Por Kiusam de Oliveira.
Ah, tem o livro dela também, recomendado pela Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil. Aqui.

domingo, abril 17, 2011

Um amigo nigeriano me disse hoje

coisa que brasileiro não tem é paciência. se quer uma coisa, é pra já. nunca espera. mais de um ano? oxi

Fico lembrando de como foi a nossa história, de como é. E de como paciência ainda muita.

quem de tempo é tem que ser
tempo me temperou com dendê

Disse seu Roque Ferreira. Então deixa eu ir ali. Embalar a calma com palavras doces em outra língua. Chorar um choro sozinha, no chão do quarto, lembrando palavras, sonhando. Deixa.

Webneguinha.

Tá linkado aí do lado, mas vou reproduzir aqui parte do texto que está no blog de Kátia, pessoa com quem tive pouco contato, mas, mesmo assim, sigo admirando.

Eu sou uma soldada desse exército, sim.

Só que minha ferramenta é sob medida para mim, para o meu espírito. 
Claro que isso não faz com que eu sofra menos ou escape das brutalidades a nós impingidas. Apenas preciso ter certeza de que a minha vida, o meu tesão na e pela vida, pertencem a mim.

Acho que é isso: eu preciso da minha individualidade para bem operar no necessário coletivo. Funciono melhor de dentro pra fora.


Leia tudo aqui

sábado, abril 16, 2011

Bebês.

Em um post passado, falei que não ia comentar os filmes, só postar o link do trailler. Não consigo com esse aqui embaixo. Chorei e sorri o tempo inteiro, com todos os gracejos, pezinhos, mãozinhas, choros e birras. O filme não tem falas e, quanto tem, não são traduzidas. Temos só a impressão dos bebês, de uma câmera muito aproximada, de "baixo".
Não sei se todo mundo que lê isso aqui sabe o quanto eu quero ter filhos e filhas. Talvez por isso o filme me deixe tão abestalhada. Recomendo pra todas as pessoas cheias de doçura no coração. Um homem saiu da sessão dizendo "nossa, as professoras chorando que só". Como se isso fosse "ruim". Talvez a moça do meu lado tenha ficado chateada com minhas gargalhadas em momentos que eventualmente não levavam a isso, não sei. Mas, lendo Wallon ultimamente, tenho andado ainda mais boba com bebês.
Eu preferiria trabalhar com bebês a trabalhar com crianças maiores, apesar de adorar quando aos cinco anos elas estão falando tudo que lhes vem à cabeça e suas impressões sobre o mundo. Mas acho que com bebês, os sentidos são outros além da fala que aparecem o tempo todo, e isso é muito estimulante para mim. O filme, por conter só imagens (e choro, e gritos, e berros e gargalhadas) tenta conduzir sem conduzir, sem julgar (com algumas aspas aí), as ações de mães e pais em quatro continentes do mundo.
Uma observação: É incrível como desde pequeno o bebê Ponijao, em Opuwo/Namíbia, desde muito pequeno, aprende a conviver com as outras pessoas que o cercam. Ele está o tempo inteiro cercado de pessoas, outras crianças. Há poucas cenas em que ele está sozinho, denotando a importância da coletividade para este grupo em especial. Numa cena que eu chorei horrores, ele está comendo num vasilhame com mais algumas crianças. Ele está no centro, mas me parece ser impossível encontrá-lo na cena, se ele estivesse só. Não seria ele. Ele é porque as outras crianças estão ali.
Ubuntu.
Eu teria mais para falar de Bayar e Marie e Hattie, mas... vale a pena.

quinta-feira, abril 14, 2011

Raia e felicidade.

Hoje, na aula de natação, o professor me disse

guardei uma raia para você

Vi as moças se apertando em outras raias, sorri metida. Mesmo sabendo que não era verdade. Nado borboleta, é o que eu mais gosto e o que o professor diz que as mulheres menos gostam. Eu me refestelo com os elogios.
Mas, que tem a ver com felicidade? Porque eu acho mesmo que ainda não aprendi a ser feliz. Nestes dias, em que a felicidade bate à minha porta todos os dias, no abraço de Luzia, no cafuné dele (porque não escrevo o nome de meus pequenos), o dengo do outro, o carinho da outra, felicidade, saindo e entrando por todos os poros de meu corpo.

Não sei lidar com ela, tenho medo, fico acuada. Me permito um sorriso gargalhado, riso de pombagira que quando chega me fala as coisas que não quero ouvir, mas também dança e rodopia, dança de um jeito que eu sempre quis dançar, me toma, de saia branca rodada no meio do mato.

Estou feliz porque tomei decisões. E uma das coisas que me fizeram dizer sim foi olhar pra tudo que eu tenho e perceber as faltas que me fazem aqui e lá. Aqui, não é nada pessoal. Me ocorreu aqui ficar por causa da biblioteca da faculdade e seu mundo de títulos. Pelas salas de cinema. Pelas exposições fotográficas, mais abundante que lá. Mas pessoas, pessoas, são todas lá as que me fazer vibrar, sorrir, pular, andar descalça na areia quente das dunas do Abaeté. Aqui também pessoas, mas, tudo bem assim. E eu sou feliz, gargalhando enquanto desço a ladeira.

Larga o bicho.

Chegou a nega gizza na parada, exijo respeito
Pensamento envolvido, firmo meu conceito
Mulher preta de espirito guerreiro
Quem é, é, sem caô sem desespero
Não sou mulata não sou mula sou canhão
Sou granada que explode a solidão
A emoção não tem limite em minha vida
Não sou metida eu sou apenas atrevida
Venenosa,barro duro,perigosa
Corajosa,sou formosa,vaidosa
Acelerando o pensamento positivo
Eu não aturo conversinha de bandido

Apelido nega gizza vou rimando
Sem neorose em zigue zague vou versando
Não passo pano pra comédia vacilão
Não cochilo, não dou mole, sangue bom
Tenho fama de neguinha barraqueira
Sou do tipo que chega só no fim da feira
Não sou mulher de reclamar de homem mané
Descendente africana conservando minha fé

Deus me deu o dom e vou fazendo a rima
Problemas quem não tem de a volta por cima
Sai de baixo,sai da frente,que atrás vem gente
Ninguém sabe,ninguém viu
Na periferia tem que ser diferente
Senhor! Olhai por nós, pela nossa gente

Trago na pele a força e minha juventude
Trago na massa encefálica a negritude
Trago a virtude que confunde o imbecil
Piscou o olho fuuu fumaça subiu
Quem viu, não importa o passado
Nossa luta foi travada no modelo errado
Não tenho medo de homem tarado
Nem viado de navalha e cara de mimado
Meu dialeto é o rap, osso duro de roer
Larga o bicho é hora dos cuecas tremer

Yeda Hills canta:

Não sou do tipo que diz não
Querendo dizer sim
Nem do tipo, falem mal mas falem de mim
Vim ao mundo pra simplificar
E não pra confundir
Dispenso os blá, blá, blás
E os ti, ti, tis
Pois não sou patricinha ou perua,
Não nasci de bunda pra lua
Aprendi muito nas ruas
No ABC eu cresci
Sou nega de pele e na mente
Isso me faz valente
Pois sei que sou descendente do guerreiro zumbi
Não piso no rabo do gato pra saber se ele mia
Vou vivendo um dia após o outro
De acordo com a minha ritmologia
Não dou trela pra hipócrita
Já tenho a minha utopia
Impõe respeito pra ser respeitado
Isso não é só filosofia
Não sou precipitada
A vida é uma escada
Um degrau após o outro
Rumo ao topo
A linha ao topo
A linha de chegada
Sou mulher, mas não sou tão frágil ou tão delicada
Meu microfone é a minha arma
Minha palavra é como uma espada
O rap não é privilégio do homem
Já vencemos esse desafio
Se você não entendeu nada
Disque yeda hills

O rap não é perfeito
Assumo meu preconceito
Solte a voz e alivia o peito
Vacilou não tem mais jeito
É som de preto meu nego é som de preto
É som de preto meu nego é som de preto
É som de preto meu nego é som de preto
É som de preto meu nego é som de preto

terça-feira, abril 12, 2011

Rio, em 3D.



Meu restinho de criança delira em 3D.

domingo, abril 10, 2011

Amor (?)

Vai ser assim: não comento mais os filmes, mas postarei aqui todos que assistir.
Aí vai o último:


Decidi não postar o trailler, porque não gostei. Então, fica o convite de João Jardim, diretor de Pro Dia Nascer Feliz e Janela da Alma.

sexta-feira, abril 08, 2011

Palavra.

A importancia do oral; a capacidade de conversar. Agora sabemos que o oral se torna mais importante que o escrito para muitas atividades professionais. A seleção dos candidatos para muitas escolas (comercio, business, management, ciencias politicas, ...) se faz com as provas orais. Mais basicamente se pode dizer que a parola e mais espontanea e se exprimir correctamente mostra uma capacidade para ordenar as ideias e para comunicar.


Um amigo conversando comigo.



terça-feira, abril 05, 2011

Sensação.

Quando vejo Jaden Smith cantando com Justin Bieber eu sinto a mesma coisa que eu sinto quando vejo Anelis Assumpção e Thalma de Freitas cantando com Céu. Fico pensando se não sabem que não precisam fazer nada disso.
Alguém tem que dizer isso pra ele e pra elas.

segunda-feira, abril 04, 2011

Luluzinha.



De volta com as histórias em quadrinhos, passei numa revistaria e trouxe a minha pra casa. Sonhando com o dia que vou passar a coleção pras minhas filhas e filhos.
Mainha penteava meu cabelo assim mesmo, e nem me pergunte como ela conseguia. Cachinhos e coquinhos, desse jeito. Vai entender.

domingo, abril 03, 2011

Pérolas.

Ela me disse, com cinco anos

só quem tem coragem fala a verdade


E eu falei. Toda a verdade. A que eu sabia, pelo menos. Que se dane.

Pra ela.

Uma flor vermelha e um perfume.
É só isso que ela quer. E que eu olhe pro lado, escute a sua voz, seja humilde, preste atenção!

Vira, gira
Ela, pombagira
Nome completo de sentido composto
De palavra e essência de mulher, feminina
Menina, mulher
Descendo, rodando, girando, virando
Falando, ditando
Pedindo, mandando
Bebendo, dançando

Em mim, em você
Do lado direito da vida.

sábado, abril 02, 2011

Acabou-se o que era doce.

Por que eu não aceito mais migalhas de amor, pedacinhos.
Quero amor inteiro pra mim. Eu sei que mereço.
Sem ofensas ou prisões. Sem tentar "descobrir o que ele sente" ou me contentando com um "como vai você?".

Quero euteamo, todo dia.