Você que me lê, me ajuda a nascer.

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Mudanças.

Eu tenho muitas coisas para escrever. Mas agora, sem internet, fica difícil. Porque às vezes eu estou longe de uma conexão e a vontade de escrever passa, mesmo que não tenham passado as sensações do que vivi e quero escrever.
Acontecem muitas coisas no meu dia, todos os dias. Na verdade, não consigo nunca ter uma rotina. Estou sempre atolada de coisas para fazer, de livros para ler, filmes para ver, pessoas para falar. Nunca dou conta e vou dormir feliz com isso também, com a possibilidade de começar de novo e sempre, sempre sabendo que não vai dar tempo e tudo bem por isso.
Estava ouvindo Makota Valdina falar num vídeo (Mojubá, A cor da Cultura), e depois fico pensando em como a gente pode continuar fazendo as coisas junto, com aquela paradinha no meio para fazer as nossas coisas. Tentando juntar bel hooks e Makota Valdina, mulheres pretas que aos seus modos estão tentando fazer nossas vidas de hoje serem melhores que as de antes.
Mudei de escola, agora vou e volto andando do trabalho pra casa, encontro gentes na rua, é a vida que eu quero viver, assim, simples, sem muita coisa, mas com tudo que eu gosto, aconchego, carinho, compartilhando coisas e sorrisos, ando feliz.
Adoro mandar mensagens no celular pra alguém quando vou dormir. Melhor ainda é receber, quando ainda não mandei. Feliz de quem tem alguém sempre pra fazer isso, homem ou mulher, namorado ou amigo. Não importa muito. É mandar que faz um bem, antes de dormir, aquela horinha do pensamento, como dizia minha vó. Nem sempre eu tenho dinheiro pra mandar mensagens, mas fico feliz de ter sempre alguém esperando.

2 comentários:

Marcio Macedo (Kibe) disse...

Lendo, acompanhando e pensando...

Beijos do Kibe!

Migh Danae. disse...

Que bom (pra mim)!